quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Igualdade entre homens e mulheres: um sonho a ser conquistado .

 Resolvi publicar essa matéria para que possamos ter uma visão diferenciada, do ponto de vista de uma marxista sobre o machismos. Estamos acostumados a ter uma panorâmica do assunto do ponto de vista da classe dominante, o que não contempla a maior parcela da sociedade....
 
 
Boa leitura . Ass.:  Alencar...     
 
 
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fonte: LIT.           
   
Escrito por Cecília Toledo   
Seg, 29 de Setembro de 2014 12:13
No último dia 20 a atriz britânica Emma Watson fez um discurso na ONU pela igualdade de direitos das mulheres e contra a cultura machista que, segundo ela, se mantém arraigada no mundo, até mesmo na sua “liberal Inglaterra”.
Tanto que logo em seguida ao discurso, criminosos cibernéticos ameaçaram divulgar fotos da estrela nua para desmoralizá-la.
É claro que quando uma estrela tão famosa assim faz um discurso desse tipo, chama a atenção do mundo para o problema. Muitas mulheres fazem esse mesmo discurso todos os dias, nos bairros, nos sindicatos, nas mobilizações de rua, e nada acontece.  E não apenas por causa dos meios de comunicação, mas sobretudo porque Emma não diz toda a verdade e cria ilusões de que um organismo como a ONU poderá dar igualdade de direitos às mulheres. Esse é o verdadeiro sentido do discurso da atriz.
 
Dormindo com o inimigo
A participação de Emma Watson na Assembléia Geral da ONU como Embaixadora da Boa Vontade não é um acontecimento fortuito. Faz parte de uma campanha da ONU chamada HeforShe (Ele por Ela) destinada a chamar os homens a se empenharem na luta contra o machismo. A situação das mulheres, sobretudo, as mais pobres e as trabalhadoras dos países coloniais e semi-coloniais está cada vez mais grave, se é que já não entrou na barbárie. E isso não é bom para a imagem da ONU e tampouco para os negócios da burguesia.
A situação cada vez mais crítica das mulheres, e de outros setores mais fragilizados pela opressão, como os negros e os imigrantes, está diretamente ligada às ações da própria ONU. As condenações apenas formais aos governos que toleram a opressão e os preconceitos e às seitas religiosas cujos costumes retrógrados agridem as mulheres  não resolvem. Por outro lado, a ONU faz vista grossa contra o que está se tornando uma política deliberada; nas inúmeras guerras que vêm ocorrendo contra os povos, promovidas pelo imperialismo, o estupro de mulheres tem sido comum, transformando-se em arma para desmoralizar e vencer o adversário.

Chega a ser contraditório exigir da ONU uma política categórica contra isso, exigir que respeite sua própria Carta de Princípios, porque seria o mesmo que exigir que ela proibisse as guerras, as seitas religiosas e os governos ditatoriais. Que ela deixasse de ser imperialista. E isso está longe do papel da ONU, um instrumento criado pelas grandes potências imperialistas justamente para legitimar suas ações opressivas sobre os povos coloniais e semi-coloniais.    
 
Interesses em jogo
Foi para isso que a ONU foi fundada, em 1945, logo ao final da II Guerra Mundial, para ser um instrumento de paz entre todos os povos e garantia da igualdade e respeito aos direitos humanos. Seriam as nações unidas acima de qualquer coisa, de qualquer particularismo, enfim, o Estado absoluto tal qual falava Hegel, pairando acima da cabeça de todos os homens e promovendo a igualdade entre todos.

No dia 26 de junho de 1945, em São Francisco (EUA), o presidente norte-americano Harry Truman, ao lançar a Carta de Princípios da ONU dizia exatamente isso: “Esta Carta não foi obra de uma só nação ou de um grupo de nações grandes e pequenas, mas o resultado de um espírito amplo de oferecer e aceitar, de uma máxima tolerância diante de pontos de vista e dos interesses dos demais” (ver artigo de Angel Luis Parras, na revista Marxismo Vivo n.2, de outubro de 2000)

Quando, na virada do milênio, as diversas ONGs e intelectuais queriam que a ONU se tornasse um grande Parlamento Mundial, com sua máxima democratização, perguntávamos: “É possível um ‘parlamento mundial’ por cima dos Estados, dos exércitos, das multinacionais, dos bancos, capaz de impor democraticamente decisões contrárias à sua vontade? (idem)

A tão sonhada igualdade de direitos, uma bandeira democrática bem antiga, que vem da Revolução Francesa de 1789, não faz parte do programa da ONU; pelo menos a igualdade verdadeira entre homens e mulheres. A ONU promove campanhas pela igualdade, pelo aprofundamento da democracia, pela realização de uma sociedade fraterna e feliz, sem guerras e genocídios, sem derramamento de sangue e pela liberdade de todos os povos.No entanto, a verdade nunca esteve mais distante; a cada dia o mundo se parece menos com essa fantasia toda. Esse mundo idílico construído pela ONU que inclusive permite que uma atriz famosa faça discursos exigindo a igualdade de direitos (em outras palavras, acusando o mundo capitalista e a própria ONU de manterem a desigualdade) não existe.

Em nome da “democracia”, a ONU sustenta ditaduras que violam os direitos humanos, como a de Assad, na Síria. Em nome da “democracia”, a ONU não faz nada para impedir as mutilações contra as mulheres na África, Oriente Médio e outros países. Não faz nada para impedir o genocídio contra o povo palestino, perpetrado por Israel e o imperialismo americano desde 1948. Não faz nada para impedir que milhões de mulheres sejam estupradas e violentadas todos os dias, vivam em favelas e morram por abortos clandestinos.
 
A igualdade que precisamos
Discursos como o da atriz Emma Watson dão fama e projeção às campanhas da ONU, que precisam dessa fama porque nunca resolvem nada. As crises econômicas, “a paz armada” e a crescente miséria dos povos são elementos que agravam todas as opressões, mas o imperialismo continua mascarando tudo isso com sua falsa democracia. 

A emancipação da mulher é concreta e não pode se assentar em direitos abstratos. Os discursos e campanhas contra o machismo, contra o assédio sexual e a opressão são importantes, mas devem vir acompanhados por medidas palpáveis. Para igualar-se ao homem nos direitos políticos, profissionais e de vida humana, as mulheres precisam, antes que nada, de pleno emprego. Todas devem ter direito ao mercado de trabalho, em igualdade de condições salariais e profissionais que o homem. Para acessar esse mercado, as mulheres precisam de creches públicas onde deixar seus filhos; precisam de moradia digna e todos os serviços públicos à disposição. Precisam também livrar-se da dupla jornada, o que significa a socialização dos trabalhos domésticos, ou seja, que o Estado se encarregue deles. Precisam também ter o controle total sobre seu próprio corpo. Nem o Estado, nem a Igreja ou qualquer outra instituição têm o direito de decidir por ela, isso é totalmente anti-democrático. A mulher deve ter o direito a fazer aborto quando quiser, e esse direito só é direito de fato se o aborto é legalizado e pode ser feito em hospitais públicos.

Todo esse programa que objetiva a igualdade de direitos de que fala Emma Watson não está nos planos da ONU. Basta ver as estatísticas. Cada vez há menos empregos, piores serviços públicos e maior influência das idéias retrógradas da Igreja e todo tipo de seita, com o apoio velado ou descarado dos governos de todos os países. Todo tipo de idéias místicas, superstições e ignorância preenchem o vazio deixado pela educação de qualidade, pela inteligência e a razão.

Aqui cabe uma reflexão. Mesmo esmagados dessa forma, os povos reagem. As lutas contra os regimes autoritários, contra a dominação imperialista e a exploração capitalista apontam uma perspectiva para os povos oprimidos. Não será o aprofundamento da democracia burguesa, como defendem algumas correntes de esquerda e intelectuais, que vai resolver o problema, porque é uma democracia para poucos. Aqui se trata de mudar o sistema em pleno, o que só uma revolução socialista poderá fazer. Essa é a tarefa da classe trabalhadora em todos os países, com seus homens e mulheres oprimidos, confusos em meio a tanta superstição, mas sem outro caminho que se unir e lutar.  
 
FONTE: LIT.

Com empréstimo para o BNDES, dívida pública sobe 3,8% em junho

 

No mês passado, dívida pública federal alcançou R$ 2,2 trilhões. Empréstimo para BNDES, emissão líquida e juros elevaram dívida no mês.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília
 
A dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, cresceu 3,8% em junho, para R$ 2,2 trilhões, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (24) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em maio, o endividamento público estava em R$ 2,12 trilhões.
saiba mais
No último mês houve emissão líquida (volume de títulos emitidos superior ao de resgates) no valor de R$ 64,25 bilhões na dívida pública federal. Deste valor, R$ 30 bilhões foram emitidos em forma de empréstimo para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Também foi contabilizada despesa com juros no valor de R$ 16,5 bilhões – impactando para cima o endividamento público.

Empréstimos para o BNDES
Nos últimos anos, o governo já emprestou mais de R$ 300 bilhões para o BNDES, elevando a dívida pública neste valor. Em 2009, o Tesouro Nacional emitiu R$ 100 bilhões para o BNDES; R$ 80 bilhões foram emitidos em 2010; R$ 45 bilhões, em 2011 e R$ 55 bilhões, em 2012. No ano passado, houve a emissão de R$ 39 bilhões para o banco público. Os recursos são utilizados para realizar empréstimos para o setor produtivo da economia brasileira.

Programação para a dívida em 2014
De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida pública pode chegar ao patamar máximo de R$ 2,32 trilhões no fim deste ano – R$ 198 bilhões a mais do que no fechamento de 2013.
O Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública, feito pelo Tesouro Nacional, também estabelece um piso de R$ 2,17 trilhões para o débito público no fim deste ano, o que representaria uma alta de R$ 48 bilhões em comparação com dezembro do ano passado.
Em 2014, os vencimentos de títulos públicos previstos somam R$ 544 bilhões, ao mesmo tempo em que os encargos da dívida pública totalizam R$ 54 bilhões. O governo prevê, entretanto, o uso de R$ 121,8 bilhões em recursos orçamentários para pagar os vencimentos neste ano.

Perfil da dívida
Os números do governo federal, calculados após a contabilização dos contratos de "swap cambial", mostram que o estoque de títulos prefixados (papéis que têm a correção determinada no momento do leilão) somou R$ 883 bilhões em junho, ou 41,8% do total, contra R$ 828 bilhões, ou 40,8% do total, em maio.
Os títulos atrelados aos juros básicos da economia (os pós-fixados), por sua vez, tiveram sua participação marginalmente elevada em maio. No fim do mês passado, estes títulos públicos representavam 10,5% do estoque total da dívida interna, ou R$ 222 bilhões, contra 10,24% do total (R$ 207 bilhões) em maio.
A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação) somou 37,69% em junho deste ano, ou R$ 795 bilhões, contra 38,3% do total em maio de 2014 – o equivalente a R$ 778 bilhões.
Os ativos indexados à variação da taxa de câmbio, por sua vez, somaram 9,91% do total (R$ 209 bilhões) em junho, contra R$ 214 bilhões, ou 10,57% do total, em maio deste ano. O aumento da dívida atrelada ao dólar se deve à emissão de contratos de swap cambial – que equivalem a uma venda de dólares no mercado futuro.


FONTE: PORTAL G1

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Maioria no PSB e de aliados de Marina defende apoio a Aécio; veja lista

Guilherme Balza
Do UOL, em São Paulo

Trajetória de Marina Silva16 fotos

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A ex-senadora Marina Silva e apoiadores do seu partido Rede Sustentabilidade deixam plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) após julgamento que negou o registro do partido, por 6 votos a 1. O ministro Gilmar Mendes foi o único voto favorável ao partido de Marina. Por meio da sua conta no Twitter, a ex-ministra disse que a decisão não era uma derrota. ''Neste momento não representa uma derrota. A Rede continua'', escreveu Leia mais Pedro Ladeira/Folhapress
Logo após a confirmação da derrota de Marina Silva (PSB) nas eleições presidenciais, na noite de domingo (5), lideranças do PSB e da Rede Sustentabilidade iniciaram as movimentações para definir qual será a posição das organizações no segundo turno.
Em declarações na noite de domingo, Marina deu sinais de que está aberta a apoiar Aécio Neves (PSDB) desde que haja acordo em torno de pontos programáticos. A ex-senadora, no entanto, afirmou que a decisão será tomada por PSB e Rede. Marina deve esperar os posicionamentos das organizações e também fará consultas a aliados mais próximos.
O PSB deverá definir sua posição na próxima quarta-feira (8), quando a executiva nacional do partido fará uma reunião em Brasília. Já a cúpula da Rede deve se reunir na noite desta terça-feira (7). As duas organizações prometem uma definição até o final da semana.
Lideranças do PSDB, entre elas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, já procuraram a campanha de Marina para convencê-la a apoiar Aécio. Enquanto isso, alguns integrantes da Executiva Nacional do PSB já defendem publicamente o apoio ao tucano.
O PSB esteve na base de sustentação do governo desde que Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito, em 2002, até setembro de 2013, quando a sigla desembarcou do governo Dilma Rousseff (PT) e decidiu lançar a candidatura de Eduardo Campos à Presidência. Desde então, os dois partidos foram progressivamente se afastando. Neste período, o PSB manteve ou reforçou as alianças regionais com os tucanos, como em São Paulo, onde Márcio França foi eleito vice-governador na chapa com Geraldo Alckmin.
Por outro lado, os socialistas mantiveram unidade com o PT em alguns Estados, como Paraíba e Amapá. Em ambos os Estados, os governadores são do PSB e concorrem à reeleição com apoio do PT.
Além disso, lideranças históricas do partido, como o presidente Roberto Amaral, que foi ministro de Lula, e Luiza Erundina, são contrários a apoiar Aécio e defendem a neutralidade com o argumento de que esta é a única saída para manter o partido unido.
Declarar apoio a Dilma, no entanto, está praticamente descartado. Lideranças do PSB se dizem revoltadas com o PT em função dos duros ataques feitos a Marina durante a campanha.
Já entre a Rede e os aliados mais próximos de Marina, a tendência majoritária é apoiar Aécio. Além da mágoa com os ataques da campanha de Dilma, argumentam que a sociedade brasileira deseja mudança. Os integrantes da organização, entretanto, ressaltam que é importante buscar acordos programáticos.,
 
FONTE: PORTAL UOL. 

Opinião da OAB sobre A chamada Lei "Carolina Dieckmann" (Lei nº 12.737/2012)

OPINIÕES

11/04/2013 Tweetar Compartilhar
A chamada Lei "Carolina Dieckmann" (Lei nº 12.737/2012)
Autor: Eduardo Manzeppi
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A lei “Carolina Dieckmann”, nº 12.737/12 – Invasão de Dispositivo Informático, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 30/11/2012, sexta-feira, sem vetos. Com sua publicação no dia 03 de dezembro de 2012, entra em vigor após 120 dias, ou seja, no dia 02 de abril de 2013, terça-feira.
 
A Lei dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos, acrescentando os Artigos 154-A e 154-B ao Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), entretanto, somente terá validade para usuário que tenham em seus computadores algum tipo de proteção, pois prevê a necessária violação de dispositivo de segurança para sua configuração.
 
Dispõe o Art. 154-A que torna crime a invasão de "dispositivo informático alheio, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita".
 
Pelo previsto no caput, verificamos que o texto aplica pena de detenção de 03(três) meses a um ano, além de multa, para quem invadir computadores alheios ou outro dispositivo de informática, com a finalidade de adulterar, destruir ou obter informações sem autorização do titular.
 
Estabelece no parágrafo 1º, pena de até 01(um) ano de prisão para "quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde programa de computador" com objetivo de causar dano, aqui estabelecendo punição, por exemplo, a quem cria e dissemina vírus de computador e códigos maliciosos empregados para o roubo de senhas.
 
Como prevê o parágrafo 2º, aumenta-se a pena de detenção em 1/6 a 1/3 se da invasão resultar em prejuízo econômico à vitima. 
 
Tratou no parágrafo 3º da invasão que ocorre para obter mensagens de e-mails, quando a proposta prevê pena maior, ou seja, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, além de multa, "se da invasão resultar a obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais e industriais, informações sigilosas assim definidas em lei, ou o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido."
 
Quanto ao texto do parágrafo 4º, a pena aumenta de 1(1/3) a 2(2/3) terços se houver "divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro, a qualquer título, dos dados ou informações obtidos, se o fato não constitui crime mais grave."
 
Por fim, no seu parágrafo 5º, texto legal prevê que a pena será aumentada à metade se o crime for praticado contra chefes do Executivo, Legislativo e Judiciário, quais sejam: Presidentes da República, do Superior Tribunal Federal, da Câmara, do Senado, das Assembléias Legislativas e Governadores e Prefeitos.
 
Sobre o procedimento processual adequado, o Art. 154-B trata da ação penal, a qual nesse tipo de crime, somente poderá ter início com a representação da vitima, salvo se o crime for cometido contra a administração pública.
 
Ou seja, o Art. 154-A trata da tipificação apenas e suas agravantes penais e o Art. 154-B do procedimento do tipo da ação penal proposta mediante representação.
 
No caso, entendemos que a Lei nº 12.737/2012 somente possui validade para computadores protegidos por dispositivo de segurança, pois aquele que quiser estar amparado na lei, terá que dispor de um “mecanismo de segurança”, como o texto legal descreve, seria um firewall ou uma barreira de hardware, colocar senha em rede Wi-Fi, devido não se enquadrar na Lei redes abertas sem segurança sequem por senha.
 
Ou seja, os usuários precisam se adaptar para serem protegidos pela lei, pois necessitam possui algum dispositivo de segurança em seus computadores.
 
Ocorre que, a Lei nem entrou em vigor e já existe divergência, que somente serão dirimidas com sua aplicação jurisprudencial, pois alguns especialistas na área, defendem que a lei menciona ser preciso “ultrapassar um mecanismo de segurança”, mas não define exatamente qual, e se a máquina tiver uma senha, possui um "mecanismo de segurança" a ser ultrapassado.
 
Todavia, traz questões relevantes, pois haverá uma mudança de comportamento com a lei, já que se uma pessoa entrar em um sistema somente com a intenção de ultrapassar, romper, quebrar ou burlar um dispositivo de segurança e obter uma informação, estará praticando um crime.
 
Também, enquadra casos específicos como o de pessoas que entram nos computadores de seus companheiros, maridos ou namorados para obter informações e as divulguem sem autorização e de forma danosa, podem ter que pagar pelo crime de acordo com a previsão legal penal.
 
E, ainda, será necessário alterações nos contratos das assistências técnicas,  as empresas deverão reformular seus termos para que o usuários lance sua autorização para a verificação da parte protegida da máquina.
 
Desta forma, a lei a torna crime a invasão de dispositivo informático alheio, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do titular do dispositivo, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita.
 
Por fim, o mais importante é que depois de quase 20(vinte) anos de tentativas, as leis agora estão mais embasadas para esses tipos de crimes, assim, finalmente, o Brasil entrou na era digital com leis específicas para os meios eletrônicos.
 
Concluímos que, a edição da Lei, haverá uma grande mudança, não haverá mais necessidade das autoridades adaptarem as leis existentes aos crimes cometidos na internet por analogia, pois à partir de sua entrada em vigor, possuiremos tipificadas de forma especifica as condutas criminais praticas através de dispositivos de informática.
 
Eduardo Manzeppi é conselheiro estadual da OAB/MT e presidente da Comissão de Direito Eletrônico.
 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Salve a vida de uma criança forçada a se casar

 

Ação contra a Pena de Morte no Irã. | ©Amnesty International

Ação contra a Pena de Morte no Irã. | ©Amnesty International

Razieh Ebrahimi foi condenada à morte no Irã pelo assassinato de seu marido.

Razieh admitiu ter atirado em seu marido enquanto ele dormia, em 2010. Ela disse que cometeu o crime após ter sido abusada, física e psicologicamente durante anos pelo marido. Aos 17 anos, quando cometeu o crime, ela ainda era uma adolescente.
Razieh Ebrahimi se casou aos 14 anos de idade. Ela agora é mãe de uma criança de seis anos.
Foi comunicado à Anistia Internacional que o advogado de Razieh apresentou um pedido de novo julgamento para o Supremo Tribunal, alegando que ela era menor de 18 anos na época do crime, mas a Suprema Corte recusou este pedido.
O caso de Razieh já progrediu para o escritório da Implementação de Sentença do Irã, ou seja, sua execução pode ocorrer a qualquer momento.
Desde 2009, o Irã executou pelo menos 11 pessoas com menos de 18 anos, tornando-se o país com maior número mundial dessas execuções.
Atualizado em 13 agosto de 2014: Hassan Agha Khani, o advogado de Razieh Ebrahimi, disse à Agência iraniana Student News (ISNA) em 16 de julho que Razieh Ebrahimi, possivelmente, será executada após o Ramadã se a Suprema Corte recusar o seu pedido de recurso. Não há notícias sobre se o recurso foi aceito. Por favor, continue atuando por Razieh.
Exija que o Irã suspenda imediatamente a execução de Razieh Ebrahimi.

Entre em ação
Mande uma mensagem para Ayatollah Sayed ‘Ali Khamenei
Vossa Excelência,
Escrevo para instá-lo a suspender imediatamente a execução de Razieh Ebrahimi.
Certifique-se de que o caso seja revisto com urgência considerando a suspensão de sua sentença de morte, e que quaisquer circunstâncias atenuantes relativas a alegações de violência doméstica sejam consideradas.
O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (PIDCP) e a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), proíbem o uso da pena de morte contra pessoas condenadas por crimes cometidos quando eram menores de 18 anos.
Também gostaria de alegar  que nos termos do artigo 6 (4) do PIDCP, qualquer pessoa condenada à morte terá o direito de pedir indulto ou comutação da pena.  Esse direito deve ser dado a Razieh. 
Atenciosamente,

Assinaturas atuais

carlos eduardo moliterno  rio de janeiro, Brasil  02 de Outubro de 2014, 15:25:23
Anônimo Anônimo  são paulo, Brasil  02 de Outubro de 2014, 15:22:23
Maria Thereza Candido Gomes de Menezes Menezes  Niterói, Brasil  02 de Outubro de 2014, 15:53:22
Mirian Severino Ribeiro  Chapecó/SC, Brasil  02 de Outubro de 2014, 15:35:22
SERGIO KAWATA  Rio de Janeiro, Brasil  02 de Outubro de 2014, 15:27:22
FONTE : ANISTIA INTERNACIONAL - ACESSE O SITE E FAÇA SUA ASSINATURA

Refém francês é decapitado por grupo ligado ao Estado Islâmico

  Em Paris

 
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  • HO/Jund al-Khilafa via YouTube/AFP
    22.set.2014 - Frame de vídeo divulgado nesta segunda-feira (22) pelo grupo Jund al-Khilifa mostra o turista francês Herve Pierre Gourdel, sentado entre dois jihadistas armados em um local não divulgado
 22.set.2014 - Frame de vídeo divulgado nesta segunda-feira (22) pelo grupo Jund al-Khilifa mostra o turista francês Herve Pierre Gourdel, sentado entre dois jihadistas armados em um local não ivulgado.
Um grupo ligado ao EI (Estado Islâmico) decapitou o refém francês Hervé Gourdel, de acordo com um vídeo publicado nesta quarta-feira (24) pelos extremistas.
 
O governo do presidente François Hollande confirmou a morte do refém.
O refém, de 55 anos, tinha sido sequestrado na Argélia, no último domingo (21). Ele trabalhava como guia de alpinistas e havia chegado ao país no dia 20 de setembro.
No vídeo, intitulado "Mensagem de Sangue ao Governo Francês", membros do grupo Jund al-Khilafah, filiado ao EI na Argélia, anunciam a decapitação do francês.
O Jund al-Khilafah havia dado um ultimato de 24 horas para o governo da França suspender os ataques aéreos contra a Síria e o Iraque. Em um vídeo divulgado na segunda-feira (22), Gourdel apareceu fazendo um apelo para que seu país parasse com os ataques.
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Avanço do Estado Islâmico provoca nova onda de violência no Oriente Médio286 fotos

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1º.out.2014 - Um bebê dorme em uma rede em um campo de refugiados improvisado no distrito de Suruç perto de Sanliurfa, na Turquia. O governo turco pediu formalmente ao Parlamento para autorizar o envio de tropas para a Síria e para o Iraque e permitir a presença de tropas estrangeiras na Turquia para combater a ameaça jihadista nesses países Leia mais Sedat Suna/EFE
A França é um dos que formam a aliança internacional apoiada pelos Estados Unidos para combater o EI. Há dias, aviões bombardeiam a região norte dos dois países, que está sob o controle dos jihadistas.
"A nossa segurança nacional está em jogo como nunca esteve nos últimos anos", disse hoje o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, em um discurso na Assembleia Nacional do país sobre a participação da França nas intervenções militares contra o EI.
Ele prometeu que Paris continuará ajudando nos bombardeios até que o Exército do Iraque retome o controle da situação.
Mais cedo nesta quarta-feira, fontes do governo argelino haviam anunciado uma operação conduzida pelo Exército local para localizar o refém francês. Mais de 1.500 soldados estariam envolvidos nessa operação.
O anúncio da decapitação do refém francês foi feito no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, discursou na abertura da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, no qual falou sobre a luta contra o EI.
Apesar de defender a estratégia militar de bombardeios, Obama disse que a "América nunca entrará em guerra contra o Islã".
O EI tenta estabelecer um califado sunita entre o norte da Síria e do Iraque. Para isso, adota métodos extremos, como sequestros, perseguições, mutilações e decapitações. Outros reféns, sendo dois norte-americanos e um britânico, já foram decapitados pelo grupo.
Entenda a violência no Iraque
  • O que está acontecendo?
    Desde que as tropas americanas saíram do Iraque, em 2011, o grupo islâmico EI vem rapidamente ocupando cidades do país. Desde junho, já tomou Mosul, segunda maior cidade e bastião da resistência à ocupação dos EUA e aliados, e partes de Tikrit, cidade de Saddam Hussein próxima da capital Bagdá
  • Quem está atacando?
    O EI (Estado Islâmico), um grupo islamita sunita que surgiu da união de diversos grupos que lutaram contra a ocupação do Iraque pelos EUA e que recentemente criou um califado nas áreas sob o seu controle no Iraque e no Levante (parte de Síria e Líbano). Seu principal líder foi Al-Zarqawi, morto em 2006. Hoje a liderança tem vários nomes, mas o principal é Al-Baghdadi
  • O que é um califado?
    É uma forma de governo centrada na figura do califa, que seria um sucessor da autoridade política do profeta Maomé, com atribuições de chefe de Estado e líder político do mundo islâmico. O Estado, que seguiria rigorosamente a lei do Islã, compreenderia a região entre o mar Mediterrâneo e o rio Tigre
  • Qual a força do EI?
    O grupo, que recebe grandes doações ocultas de dinheiro, tem milhares de militantes, inclusive "jihadistas" americanos e europeus, e se aproveita da disputa entre o governo de Maliki, apoiado pelos xiitas, e a minoria sunita para conquistar espaço. Acredita-se que seja patrocinado por governos da região. Embora seja considerado um braço da Al-Qaeda, se rebelou e foi expulso pelo líder Al-Zawahiri
  • Quem está na mira do EI?
    Cerca de 50 mil membros da minoria yazidi, que estão isolados em montanhas no noroeste do Iraque, sem comida nem água, depois de terem fugido de suas casas, e cristãos, que chegaram a ser crucificados. Mulheres tem sido forçadas a se submeter à mutilação genital e usar véus cobrindo o corpo inteiro
  • O Iraque pode se dividir?
    Apesar de o governo central de Bagdá ainda controlar oficialmente as províncias do país, é possível que haja a fragmentação em ao menos três territórios. Isso porque a divisão do Iraque entre árabes sunitas, xiitas e curdos já está bem avançada

Arte UOL
Cidades sob controle do Estado Islâmico ou sob ameaça de ataques na Síria e Iraque

Você sabia que a extinção dos dinossauros não foi a maior da História?

O evento que provocou o desaparecimento dos dinossauros — a chamada extinção do Cretáceo-Paleógeno — ocorreu há cerca de 65 milhões de anos e, sem dúvida, é a mais discutida e famosa extinção em massa que ocorreu na Terra.
No entanto, apesar de ter sido devastadora e de ter provocado a morte de aproximadamente 75% das espécies — de organismos marinhos e terrestres — do planeta, ela não foi a pior da História. Além da extinção do Cretáceo-Paleógeno, a Terra foi palco de outras tantas grandes extinções em massa, e você pode conhecer um pouco mais sobre outros quatro eventos a seguir:

1 – Extinção do Ordoviciano

Ocorrida entre 450 e 440 milhões de atrás, a extinção do Ordoviciano ficou conhecida como a segunda maior extinção em massa da história do planeta. Ela foi o resultado de uma grande diminuição do nível do mar graças à formação de glaciares seguida pelo aumento do nível ocasionado pelo posterior derretimento de geleiras.
Durante esse período, a maior parte das criaturas vivas habitava os oceanos, e essa extinção provocou o desaparecimento de mais de 60% de todos os invertebrados marinhos que existiam na Terra.

2 – Extinção do Devoniano

A Extinção do Devoniano teve lugar há aproximadamente 365 milhões de anos e provocou o desaparecimento de três quartos de todas as espécies do planeta, ficando conhecida como a terceira pior extinção em massa da Terra. Sua causa definitiva ainda é desconhecida, mas acredita-se que, em vez de todos esses seres vivos terem desaparecido por conta de um único evento, uma série de extinções pode ter ocorrido ao longo de alguns milhões de anos.

3 – Extinção do Permiano-Triássico

Também conhecida como “A Grande Agonia”, ela ocorreu há aproximadamente 250 milhões de anos e foi a maior extinção em massa da história do nosso planeta. Muitos cientistas acreditam que ela pode ter sido desencadeada pelo impacto de um grande meteoro ou cometa — embora nenhuma cratera tenha sido descoberta —, por uma imensa erupção vulcânica ocorrida na Sibéria ou, ainda, por uma combinação desses dois eventos.
Durante esse terrível período, mais de 95% de todas as espécies da Terra pereceram, e todas as criaturas vivas que existem atualmente no mundo são descendentes dos poucos seres que sobreviveram a essa severa extinção.

4 – Extinção do Triássico-Jurássico

Este evento teve lugar há cerca de 200 milhões de anos, e mais de 20% das espécies — em sua maioria marinhas — desapareceram do planeta. A extinção do Triássico-Jurássico ocorreu durante os últimos 18 milhões de anos do período Triássico e antecedeu a extinção do Cretáceo-Paleógeno, ou seja, a que provocou a morte dos dinossauros.
Evidências apontam que a extinção em massa do Triássico-Jurássico foi provocada pelos efeitos combinados de duas ou três fases, e entre as hipóteses sobre o que pode ter desencadeado a morte de tantos seres vivos estão o impacto de um asteroide e mudanças climáticas e no nível dos oceanos.
No entanto, a hipótese considerada como mais provável é a de que a extinção tenha sido resultado de enormes erupções vulcânicas que teriam liberado grandes quantidades de gases e cinzas na atmosfera que, em um primeiro momento, provocaram um intenso aquecimento global e, depois, um acentuado resfriamento.

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A ideia de presenciar o desenrolar de uma grande extinção em massa parece assustadora, não é mesmo? Pois diversos cientistas acreditam que um desses eventos — batizado de Extinção do Holoceno — se encontra em pleno progresso.
Aliás, segundo as estimativas, espécies de animais estão desaparecendo entre 100 e mil vezes mais depressa do que o registrado em extinções anteriores, com a diferença de que o declínio de biodiversidade parece estar ocorrendo devido a ações humanas — em vez de ser resultado do impacto de um asteroide ou de uma devastadora erupção vulcânica.
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FONTE: MEGACURIOSO.

COBRAS ESTRANHAS

Escamosas e assustadoras, as cobras nos assombram e habitam nossos sonhos desde a mitologia. Elas aparecem na Bíblia, em visões satânicas, em metáforas linguísticas e na criação de mitos em todo o mundo. Nosso fascínio é, sem dúvida, alimentado pelo perigo que esses animais representam para a nossa vida.
 A evolução presenteou o mundo com cobras em uma variedade enorme de modelos de corpos estranhos, mas também muito inteligentes em suas adaptações. Conheça com a gente uma lista com 9 espécies de répteis mais bizarros que se pode ver. Você teria coragem de enfrentar alguma delas?

01 — Langaha madagascariensis

 
Esta serpente de aparência bizarra, também conhecida como a cobra folha de nariz malgaxe, é uma espécie arbórea de Madagascar. Seu apêndice nasal estranho (pontudo no masculino e em forma de folha no feminino) pode ajudá-las a se misturar em cipós e galhos quando avistam suas presas.
 Ninguém sabe ao certo se elas são realmente venenosas, mas são muito agressivas. As picadas são extremamente dolorosas, mas não fatais.

02 — Cobra voadora

Parece algo inacreditável: uma cobra voadora! Mas essas serpentes são realmente reais (Não acredita? Confira este vídeo). Elas conseguem deslizar por distâncias impressionantes através do ar (sem necessariamente voar), pulando de galho em galho.
Quando está no ar, essa cobra infla suas costelas e comprime o abdômen para tornar-se mais ampla e côncava para uma melhor aerodinâmica.

03 — Serpente com chifre do deserto

Essas serpentes, que são oriundas do Norte da África e no Oriente Médio, podem ser a razão pela qual o diabo é muitas vezes representado com chifres. Os chifres das serpentes, que são escalas modificadas, são retráteis e permitem que elas se enterrem facilmente.
Os cientistas não têm certeza do propósito dos chifres, mas eles podem ajudar a prevenir o acúmulo de areia ao redor dos olhos das serpentes.

04 — Cobra com tentáculos

Esta serpente aquática, nativa do sudeste da Ásia, é a única espécie do mundo a possuir "tentáculos" gêmeos em seu focinho. Os cientistas especulam que a serpente usa esses tentáculos como iscas para atrair pequenos peixes, suas presas favoritas, mas também funcionam como órgãos sensoriais que ajudam a detectar o movimento.

05 — Cobra de Barbados

Endêmica da ilha caribenha de Barbados, esta cobra é a menor espécie do mundo, com apenas 4 centímetros de comprimento, e sua espessura pode ser comparada à de um macarrão espaguete. Qualquer pessoa poderia muito bem confundi-la com uma minhoca caso ela estivesse rastejando pela grama ou sob uma rocha. A dieta dessa cobra é composta por cupins e larvas de formiga.

06 — Shieldtail Iridescent

Esta espécie, encontrada nas montanhas da Índia, pode ser a mais colorida serpente do mundo. Também é uma das cobras menos conhecidas do planeta, pois apenas três espécimes foram identificados. Suas curvas e barriga são separadas por uma faixa amarela brilhante incandescente.

07 — Comedor de caracol de Iwasaki

Você provavelmente pode adivinhar o que essa cobra come, mas ela é uma caçadora ainda mais especializada do que o próprio nome indica. Ela não come apenas caracóis, pois devido às suas mandíbulas assimétricas altamente incomuns, é eficiente também com alimentação de conchas.
A adaptação tem seus limites, no entanto. Os cientistas acreditam que os caracóis estão começando a evoluir, criando escudos anti-horário enrolados para se protegerem desse tipo de serpente.

08 — Cobra hognose oriental

Apesar do focinho arrebitado, usado para cavar os solos arenosos, esta cobra não parece muito estranha, até ser ameaçada. Aí, então, ela se torna a rainha do drama. Ela é capaz de achatar o seu pescoço e de atacar, mas seus ataques são blefes puros. Ela não morde, apenas dá cabeçadas.
 Se esta estratégia não funciona para afastar as ameaças, então ela vai se enrolar e se fingir de morta, indo tão longe a ponto de faltar o ar e deixar sua língua pendurada para fora de sua boca.

09 — Serpente rabo de aranha

Esta víbora tem uma das adaptações de cauda mais incomuns no mundo das cobras. O apêndice do seu rabo, que a princípio pode se parecer uma deformidade, é projetado para ter a aparência de uma aranha. Seu objetivo não é fazer com que a cobra pareça ainda mais aterrorizante, mas sim de agir como uma isca.
Quando a serpente balança o chocalho, animais que se alimentam de presas aracnídeas são atraídos e arrastados para a armadilha dessa cobra.

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FONTE: MEGACURIOSO.   

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sarney quer proíbir coligações nas eleições proporcionais (PEC 40/2011


POLITICA1-2 SARNEY
Aguarda para votação no Plenário do Senado proposta do senador José Sarney (PMDB-AP) que proíbe as coligações nas eleições proporcionais (PEC 40/2011), alterando o art. 17 da Constituição Federal. O autor da matéria, argumenta que impedir a união de partidos nas disputas eleitorais para os cargos de deputado e vereador é uma forma de fortalecer as agremiações políticas.

Para Sarney, as coligações nas eleições proporcionais, em geral, constituem “uniões passageiras, estabelecidas durante o período eleitoral por mera conveniência, sem qualquer afinidade entre os partidos coligados no tocante ao programa de governo ou ideologia”.


Segundo o senador, essas “coligações efêmeras” têm como objetivo, sobretudo, “aumentar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão de partidos maiores e viabilizar a conquista de um maior número de cadeiras nas Casas Legislativas por partidos menores. Ou visam apenas permitir que essas agremiações alcancem o quociente eleitoral”.

Na justificação da proposta, a medida permitirá que o eleitor identifique o ideário político de cada candidato e que sejam eleitos representantes comprometidos com os programas dos respectivos partidos.

De acordo com José Sarney, a medida contribuirá para o fortalecimento dos partidos políticos e para a transparência na representação política, já que, com o fim das coligações nas eleições proporcionais, o voto dado no candidato de um determinado partido não poderá contribuir para a eleição de candidato de outra agremiação.

fonte: diário do amapá

Candidatos ao governo chegara nesta terça- feira 30 para o debate na TV Amapá

Os cinco candidatos ao governo do Amapá que vão participar do debate realizado nesta terça-feira (30), pela TV Amapá, afiliada da Rede Globo, já estão na sede da empresa. O encontro vai iniciar às 22h50, após a novela Império. O confronto será dividido em quatro blocos e mediado pelo jornalista Roberto Paiva.

Candidato Lucas Barreto, do PSD (Foto: John Pacheco/G1)Candidato Lucas Barreto, do PSD
(Foto: John Pacheco/G1)
O candidato pelo PSD Lucas Barreto foi o primeiro a chegar na sede da emissora, às 20h50. Ele disse estar preparado para o debate que, segundo o candidato, será decisivo na eleição para o governo do estado.
"A Globo tem a maior audiência e essa audiência será decisiva na eleição para o governo. Esta é uma ótima oportunidade para que o povo possa avaliar todos os candidatos. Todos os outros debates foram bons, mais a expectativa maior é para este, que será o último", comentou.
Candidato Waldez Góes, do PDT (Foto: John Pacheco/G1)Candidato Waldez Góes, do PDT
(Foto: John Pacheco/G1)
Waldez (PDT), Camilo Capiberibe (PSB) e Bruno Mineiro chegaram por volta de 21h50 na sede na TV Amapá. O pedetista disse que durante o confronto vai apresentar todas as estratégias e propostas para o governo. Ele afirmou que vai manter "o mesmo comportamento" que teve ao logo da campanha.
"A minha experiência acumulada ao longo da vida e a sabedoria que Deus me deu é para ter uma campanha limpa e respeitosa. O povo está interessado em quem tem soluções para resolver os problemas sem propostas mirabolantes", falou.
Candidato Camilo Capiberibe, do PSB (Foto: John Pacheco/G1)Candidato Camilo Capiberibe, do PSB
(Foto: John Pacheco/G1)
O candidato à reeleição Camilo Capiberibe, disse que pretende debater "as melhores propostas para desenvolver o Amapá". O pessebista frisou que vai questionar os adversários sobre assuntos importantes para o desenvolvimento do estado.
"Os debates sempre são positivos. Eles permitem um enfrentamento de ideias e que questionamentos importantes sejam feitos sem nenhum tipo de intermediação. Isso permite que a população tire todas as suas dúvidas antes de votar", ressaltou.
Candidato Bruno Mineiro, do PT do B (Foto: John Pacheco/G1)Candidato Bruno Mineiro, do PT do B
(Foto: John Pacheco/G1)
Bruno Mineiro disse ter uma expectativa positiva para o debate. Ele afirmou que o encontro vai proporcionar ao eleitor uma oportunidade de avaliar os perfis e as propostas de todos os candidatos que disputam o governo.
"Até aqui foi tudo muito importante e positivo e é assim que nós vamos continuar debatendo as ideias e propostas. É importante parabenizar a todos por essa iniciativa, é o debate que tem a maior audiência do estado e isso será decisivo", destacou.
Candidato ao governo do Amapá Jorge Amanajás (Foto: Abinoan Santiago/G1)Candidato Jorge Amanajás, do PPS
(Foto: Abinoan Santiago/G1)
Jorge Amanajás (PPS) chegou à sede da TV Amapá à 22h. Ele afirmou que nesta terça-feira o "eleitorado amapaense vai decidir quem é o candidato mais bem preparado para governar o Amapá". Amanajás classificou o debate como um momento histórico para o estado.
"O futuro começa agora. Temos uma grande expectativa de estar no segundo turno e mostrar que o Amapá quer algo diferente dos últimos anos. É muito importante para mim poder participar desse momento", falou.
Debate
O confronto será dividido em quatro blocos. No primeiro e terceiro, os candidatos poderão fazer perguntas de tema livre entre si. No segundo e quarto, os participantes responderão a questionamentos dos adversários, relacionados a um dos 15 temas sorteados pelo mediador, o jornalista Roberto Paiva. No quarto bloco, os concorrentes também terão espaço para considerações finais.